Jogos e Comunidades LGBT
Olá! Como estão?
Em que temporada estão no vosso lado do mundo? A primavera está quase aqui do nosso lado, e estamos a sentir-nos muito brilhantes!
Depois das reações ao post anterior, pensamos em escrever sobre a comunidade LGBT nos videojogos!
Inclusão e representatividade. Essas duas palavras-chave conjugam forças tensas que testam constantemente os limites da cultura gamer, na qual o protagonismo do público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgéneros e Interssexuais) e das mulheres no universo dos jogos eletrónicos tem vindo a aumentar.
Se antes o chavão normativo definia os videojogos como “coisa de menino”, essa hostilidade vem sendo desconstruída como reflexo das transformações observadas na própria sociedade.
Com a interatividade do meio digital, a inserção e interação de grupos minoritários no universo dos videojogos – incluindo os eSports – aumentou, incluindo os “gaymers” e as mulheres. No entanto, isso não corresponde a uma aceitação imediata, e manifestações de rejeição, ódio e preconceito ainda são comuns, como e viu na reação ao nosso post anterior.
Samira Close. Conhecem? Uma das gamers mais famosas do Youtube, com cerca de 1 milhão de seguidores. Luba (Lucas Rossi) outro exemplo mundialmente famoso, com cerca de 2,5 milhões de inscritos no canal YouTube. Dois exemplos de crescente interesse por canais de gaymers no YouTube que mostram um interesse maior por diversidade e representatividade por parte do público.
A nossa orientação sexual não é importante para a análise de jogos e games que queremos fazer, mas achamos importante escrever sobre estes assuntos para que possam ser discutidos e desmascarados. Somos contra o preconceito.
Um dos jogos que gostamos de jogar “Overwatch” revelou em 2019 uma nova história oficial focada em Ana, mas que confirma mais um personagem do jogo como LGBTQ. No conto chamado “Bastet”, Soldado 76 comenta brevemente sobre seu passado e relacionamento amoroso com um jovem chamado Vincent. A novidade coloca Jack Morrison ao lado de Tracer como os dois personagens do jogo que foram confirmados como “queer”. O passado do Soldado 76, pouco mencionado até então, foi explorado num famoso diálogo entre o personagem e Ana, que encontra uma foto dos ex-namorados de Jack.
Quem deixou de gostar de jogar Overwtach depois disto?
Pensem nisto!
Até à próxima!

Estes posts são muito giros e são importantes para a comunidade gamer, mas então isto não ia ser para falar sobre jogos e dicas e conselhos de jogo?
Excelente post!
Obrigado!
É o fim da Blizard e deste espaço de merda. Fui.
LOL
Se não gosta deste conteúdo, avance para o próximo!
@3v4warrior só está a confirmar o que eu já disse muitas vezes. Esta página é uma porcaria. Seccaaaa
Que nojo, não sabia que a blizzard estava infestada de g#@€))o#, ainda bem que não frequento esta porcaria. Braindead H8
Se este assunto estiver a ser muito chato e desinteressante, pode-se matar, é uma alternativa.
E eu jogo super bem com ele. Pra mim não muda nada ehuehuehue
Adorei este post. O que vem a seguir?
Concordo. Jogos, filmes e novelas, tudo tem de mostrar que as pessoas são diferentes. Há brancos, negros, orientais, magros, gordos, altos, baixos, LGBT, loiros, morenos, ruivos entre outras diferenças. Precisamos aprender a aceitar as pessoas como elas são. O mundo seria muito chato se todos nós fôssemos todos iguais.
Não sei! Gotcha estava a pensar no próximo post, mas perdeu as notas com estes comentários que para aqui vão!!!
Por isso tantos pedófilos e estupradores por aí, pois são muito expostos a estes materiais desde crianças.
Definitivamente, que par de g#@€))o#!